Desde o dia 1º, o acreano pagará ICMS mais caro em tudo o que comprar.
Do alfinete ao foguete.
Isso porque o governador Gladson Cameli (Progressistas) aprovou, no fim do ano passado, Projeto de Lei que fez saltar de 17% para 19% em praticamente todos os produtos comercializados no Acre.
Enquanto a população agoniza sob as água do Rio Acre, o governo do Estado pensa em nadar na grana.
Usando o rolo compressos governamental, Cameli aprovou o presente de grego dado à população usando a sua base aliada na Assembleia Legislativa.
O projeto aprovado altera a a Lei Complementar nº 55, de 9 de julho de 1997, que aumenta a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a gasolina, energia elétrica e outros itens de 17% para 19%
Gladson Cameli alterou uma lei sancionada pelo o seu tio, o ex-governador Orleir Cameli que governou o Acre de 1995 a 1998.
O aumento vem no momento em que o governador está com os seus bens bloqueados, por ser acusado pela Polícia Federal de ser o chefe de uma organização criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão do erário.
Na alteração ficou estabelecido que:
- Prestações de serviços de comunicação destinadas a empreendimentos enquadrados no programa de fomento às empresas prestadoras de serviços de telemarketing e call center, que ficou em 12%.
- Prestações internas de joias, semijóias, bijuterias, perfumes e cosméticos, exceto antiperspirantes, condicionadores e xampus para cabelo e sabonetes. Além de cervejas sem álcool, refrigerantes, águas minerais, exceto água mineral em embalagem retornável com capacidade igual ou superior a dez litros é de 25%.
- 27% nas operações internas com cervejas e chopes, exceto cerveja sem álcool.
- 33% nas operações internas com bebidas alcoólicas, exceto cervejas e chopes ;
- 17% nas operações internas com produtos da cesta básica.
Com informações do G1.
