A imprensa trouxe a informação de que o secretário de Produçao e Agronegócio, Nenê Junqueira se filiou ao Republicanos.
Ao lado do presidente nacional da legenda, Marcos Pereira, Junqueira se apresenta como pré-candidato a deputado federal. Veja o vídeo no fim do texto.
Em todo e qualquer regime democrático, fazer uma opção partidária é plenamente legítimo e aceitável.
O que não nem legítimo e nem aceitável é fazer o uso do dinheiro público para promover filiação partidária.
É que parece ter acontecido.
No dia 15 deste mês, Nenê Junqueira viajou para Brasília com passagem emitida pela Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). O Retorno está previsto para acontecer hoje. Não há qualquer menção que tenha idos cumprir agenda oficial.


Há evidências de que tenha ido fazer política partidária.
Curiosamente, no dia 9 foi pago R$ 1,5 mil em diárias justamente para o secretário supostamente participar de agenda em Brasília, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
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Pelas bandas das Sepa vêm acontecendo coisas que mereceriam um olhar mais acurado dos órgãos de controle.
Segundo fonte, no fim do ano passado, a Controladoria-Geral do Estado, a Secretaria da Fazenda e a Procuradoria-Geral do Estado publicaram portaria conjunta com instruções para pagamento de contratos terceirizados.
O texto, de acordo com a fonte, era claro quando determinava o pagamento parcial de 16 dias do mês de dezembro para as empresas com o décimo-terceiro quitado ou pagamento integral no mês de janeiro.
“Não havia hipótese de pagamento integral do mês de dezembro por conta dos recessos. O secretário contrariou e ordenou o pagamento integral do mês de dezembro, usando um poder discricionário que não tem”,
A fonte também relatou a história da locação de um galpão pertencente à ex-chefe de gabinete de Junqueira. Segundo a fonte, havia o aluguel de outro imóvel em andamento, mas o secretário desfez e gerou reconhecimento de dívida.
“A ex-chefe de gabinete, ao mesmo tempo que despachava na secretaria, tratava de formalizar o contrato com o imóvel de sua propriedade perto da Cidade do Povo”.
O Portal do Rosas aponta mais um caminho para os órgãos de controle investigarem.
