Militância abraça Jorge Viana em celebração ao seu aniversário

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Militantes da Federação da Esperança no Acre, composta pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Verde (PV) e Partido Comunista do Brasil (PC do B) se reuniram na manhã desta terça-feira, 20, na sede do PT para celebrar o aniversário do candidato ao governo do Acre, Jorge Viana (PT). O ex-governador foi surpreendido por um depoimento emocionado do sobrinho, Diego Viana, que confessou que Jorge é quem o faz lembrar as coisas mais bonitas que ele assistiu em sua vida.

“Ele me lembra meu avô Dico, a minha avó Silvia, que tenho certeza que estão por aqui, olhando por todos nós. Tio Jorge é uma luz na nossa família. Sempre que surgia um problema, ele sabia entender e rapidamente nos indicava a solução”, revelou Diego Viana. Marcus Alexandre, que é companheiro de chapa de Jorge recordou sua mudança para o Acre e como sua história se cruzou com a de Jorge Viana.

“No dia 9 do 9 de 1999, foi o dia que cheguei em Rio Branco. Faz 23 anos. E meu primeiro encontro com o Jorge, quando o Gilberto Siqueira [ex-secretário de planejamento], tive certeza que daquele encontro para frente, a minha vida mudaria. Ele estava conhecendo um jovem engenheiro, recém formado, uma pessoa que tinha muita coisa no coração para fazer, mas eu estava diante do professor, aquele que estava governando o Estado, que estava recebendo aquele jovem, enchendo ele de esperança no coração”, contou o ex-prefeito.

Regina Lino, que foi vice-prefeita de Rio Branco, na gestão de Viana, afirmou que segue o apoiando em disputas eleitorais por reconhecer a sua capacidade de trabalho, a responsabilidade com o Acre e por ter confiança nele.

“Estarei aqui do seu lado, até chegarmos a nossa vitória”, garantiu a ex-deputada federal. Jorge agradeceu o carinho dos familiares, amigos e militantes por se reunirem para celebrar seu aniversário.

“Dia 20 é um dia especial pra mim, principalmente em ano de eleição, peço, claro saúde, mas peço também que a vida das pessoas possa melhorar. Graças a Deus, este ano a gente tem esperança que a vida do brasileiro vai melhorar com Lula presidente e eu, que sou candidato a governador estou determinado a trabalhar, com Marcus Alexandre, para que a vida do acreano volte a melhorar, a partir de janeiro do ano que vem com ajuda do nosso governo. Agradeço demais por esse carinho que recebi. Só quero saúde, porque vontade de trabalhar pelo povo e pelo nosso Estado, não me falta. Obrigado por tudo. É uma imensa felicidade pra mim, receber tanto carinho”, disse o ex-governador.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →