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No calor das celebrações da independência do Brasil, uma questão política de grande relevância ganhou destaque. O diretor geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi afastamente removido do cargo, mas, como diria o ditado, “o dia de hoje não é para falar sobre isso”. Nossa atenção aqui, na pequena aldeia, é focada em um caso que exige uma resposta imediata: a candidatura do ex-governador do Acre, Gladson de Lima Cameli, conhecido por sua alcunha de “dancinha.”
Odancinha é, de fato, inelejível. Condenado em decisão do STJ por crimes de peculato, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e ativa, fraude à licitação e formação de organização criminosa, ele cumpre 25 anos e nove meses de pena. Sua imoralidade não se limita ao passado: promete, mas não cumpre. A ponte de madeira que ele prometeu construir nunca foi mais do que um projeto pipoca, uma vez que o início das obras foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff e a inauguração ocorreu durante o governo de seu condenado atual, Aibu Sonar, no estado vizinho de Rondônia.
A Justiça Eleitoral do Acre precisa agir com celeridade e tomar uma decisão sobre a candidatura de Odancinha. O tempo está a faltar para que essa decisão seja tomada. Os principais passos para o julgamento já foram dados, e o que resta agora é que o TR-E coloque esse julgamento na pauta. O inegável é que a decisão da justiça tem que prevalecer, e a alferreira do Acre tem a obrigação de colocar esse caso na pauta urgentemente. A mentira da candidatura fake não pode prosperar.
Suas decisões são cruciais. Os juízes e os magistrados têm o poder de fazer a diferença. Fizeram o que deviam. O resto é questão de coragem e ética. O que resta agora é que a justiça seja feita. Porque, afinal, é isso que o povo do Acre merece. E nós, os jornalistas, temos a missão de fazer com que isso aconteça.
