Binho Marques se coloca à disposição de Daniel Zen para ajudar no avanço da educação municipal

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Assessoria

O ex-governador do Acre, Binho Marques, foi um dos convidados da Oficina Temática sobre Educação, para a construção do plano de governo, com participação popular, do pré-candidato do Partido dos Trabalhadores à prefeitura de Rio Branco, deputado Daniel Zen. Além de Binho, o debate teve a mediação da professora Rosa Braga e contou, também, com a participação do professor Cláudio Ezequiel. E com o próprio Daniel, que também é professor universitário e já foi secretário de Estado de Educação.

Durante o debate, Binho Marques apresentou dados, mostrou a evolução da educação no Acre, lembrou o caos que existia antes das administrações do PT – quando nem formação os professores tinham – e se colocou a disposição para ajudar Daniel Zen, caso ele chegue a prefeitura: “O Daniel vai ser prefeito do município e a educação em Rio Branco será de sua responsabilidade. Claro, que quando se fala em educação, ele não poderá resolver coisas que não competem à prefeitura. Mas, tenho certeza que ele tem muita experiência e vai avançar nos pontos onde mais precisamos. Sei que ele vai abraçar isso! Me disponho a estar junto, vou ajudar, com certeza!”

O professor Cláudio Ezequiel, que também participou do debate disse: “Acredito que as gestões da Frente Popular mudaram a história da educação no Acre. É so pegar os números e comparar. Mas acho que nunca podemos nos conformar com o que já foi feito, ainda mais quando sabemos que existem grandes desafios. Precisamos avançar e debates como esse reforçam ideias que podem nos ajudar muito”. E seguiu: “Sinto muita firmeza no Daniel Zen, sei que ele, chegando na prefeitura, vai abraçar a educação e levar melhores condições de ensino, principalmente pros mais pobres”.

Daniel Zen falou sobre a importância de se construir toda a gestão com a participação popular, inclusive fortalecendo mecanismos que já existem, no caso da educação: “Precisamos aperfeiçoar os mecanismos de gestão democrática. Tenho certeza que ouvindo as pessoas e com a experiência que temos, podemos avançar muito e dar um próximo passo rumo à educação de excelência no município. Temos grandes desafios e também muita disposição pra trabalhar”. Declarou Daniel Zen.

As oficinas, que estão sendo realizadas pelo pré-candidato, são abertas ao público e as opiniões são coletadas para compor o plano. Outra forma de participar dessa construção coletiva é através de uma plataforma virtual. Você pode acessar a plataforma www.nossariobranco.com e deixar sua sugestão.

Sobre o plano de governo, o pré-candidato petista foi bem objetivo: ”Queremos a participação de todos na construção de uma Rio Branco melhor”.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →