Acre recebeu quase R$ 800 milhões, 362,9 mil doses de vacinas, mas continua sendo um dos estado que menos vacinou contra a Covid

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Governo e prefeituras tem vacina em estoque suficiente para vacinar 82.255 pessoas

O povo clama por vacina.

O governo do Estado fez propaganda vendendo o Acre como sendo um Estado que estaria fazendo a maior campanha de vacinação da história.

Entre a propaganda e a realidade, porém, há uma distância gigante.

Até o dia de hoje, o Acre recebeu R$ 794,8 milhões para a Saúde, durante a pandemia da Covid-19.

Também recebeu 362,9 doses de vacinas, mas a vacinação é marcada pela morosidade.

Das doses recebidas, 140.854 pessoas receberam a primeira dose e outros 57.626 foram vacinados com as duas doses.

Passado mais de um ano da pandemia e quase seis meses que os primeiros cidadãos e cidadãs foram vacinados, com vacina suficiente para imunizar mais pessoas, o Acre aplicou somente 198.480 doses.

Há, portanto, 164.510 doses esperando efetividade do poder público para chegar aos braços dos acreanos.

Esse quantitativo é suficiente para imunizar 82.255 pessoas, o equivalente a quase 10% da população acreana.

Duas coisas importantes: há dinheiro e vacina. O que falta é gestão.

As informações podem ser acompanhadas aqui.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →