Coligação DEM/PSDB pede que prefeita eleita de Tarauacá não seja diplomada

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A eleição em Tarauacá não terminou. Haverá novo turno no tapetão.

A coligação DEM/PSDB, que teve a candidatura de Adbias da Farmácia a prefeito e Bebé Damasceno a vice-prefeita ingressou com ação na Justiça pedindo que a prefeita eleita, Maria Lucinéia (PDT), não seja diplomada.

Segundo a ação, coligação requerente  recebeu diversos materiais de vídeo e fotos, realizados por populares, que demonstram s pessoas recebendo combustível no posto balsa Pontão Figueiredo, razão social F. L. J. Empreendimentos Ltda, inscrito no CNPJ no 27.461.505/0001-00, de propriedade do senhor Jonh de Brito Figueiredo, que é sobrinho do candidato a vice-prefeito na chapa vencedora, Raimundo Maranguape.

Ainda segundo a denúncia, um frentista chamado  Jair de Carvalho Andrade possuía um caderno de anotações em que haviam informações de pessoas que retiravam combustível no posto.

“O objetivo da demanda é cassar o diploma, desconstituir a situação jurídica existente e impedir que o eleito, por ter infringido a lei eleitoral, possa exercer o mandato eletivo, com o fim de resguardar a legitimidade da disputa eleitoral”, pede o advogado da coligação derrotada, Alfredo Severiano Jares Daou.

Maria Lucinéia foi eleita com 5.461 votos, o equivalente a 29,54% dos eleitores.

Adbias da Fármacia ficou na segunda colocação com 4.650 votos e 25,05%.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →