Professor se consolida como principal nome para sucessão municipal em Assis Brasil

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O jovem Jerry Correia (PT) vem se destacando como pré-candidato a prefeito de Assis Brasil. O professor já é considerado o principal nome que pode por fim ao ciclo de oito anos de gestão tucana.

O atual prefeito, Antônio Barbosa (PSDB), confirmou que é pré-candidato à reeleição. O gestor aparece com altos índices de rejeição em todos os segmentos da comunidade assisbrasiliense. Além disso, o grupo político do prefeito está dividido em outras duas candidaturas, uma delas é a de seu próprio vice.

O professor Jerry Correia é formado em Letras pela Universidade Federal do Acre, em Pedagogia pela Faculdade de Ciências de Wenceslau Braz e pós-graduado pela Universidade Norte do Paraná.

Jerry é filho de Assis Brasil e tem 36 anos de idade. Já exerceu o cargo de vereador entre os anos de 2013 e 2016, coordenou o Núcleo de Representação da Secretaria de Estado de Educação em Assis Brasil nos anos de 2017 e 2018. É professor titular de Língua Portuguesa e Literatura do Ensino Médio na Escola Estadual Prof. Íris Célia Cabenellas Zannini e professor efetivo nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação do município de Brasiléia. Ultimamente faz parte do corpo docente da Escola Infantil Simon Bolivar, atráves de acordo de permuta entre as municipalidades de Assis Brasil e Brasiléia.

O pré-candidato a prefeito tem conquistado a simpatia dos moradores de Assis Brasil. Jerry Correia tem se dedicado a ouvir as pessoas e construir suas propostas de trabalho. É visto como um jovem inteligente e preparado para ocupar o cargo.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →