Daniel Zen pede reforço no combate àviolência contra a mulher no Acre

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Da Assessoria

Em sua fala nesta terça-feira, 13, durante sessão online na Assembleia Legislativado Acre (Aleac), o deputado estadual e candidato a prefeito de Rio Branco Daniel Zen alertou para o aumento da taxa de feminicídio no Acre. O estado teve o segundo maior número de assassinatos de mulheres, ficando atrás apenas do estado de Mato Grosso. 

Estudo do Ponte Jornalismo, atualizado esta semana, mostra o panorama do Acre noranking do feminicídio, assassinatos de mulheres com os dados compilados demarço a agosto deste ano, justamente, no período da pandemia.

O Acre teve uma taxa de 1.32 mortes em mil habitantes, ficando atrás apenas doMato Grosso que teve uma taxa de 1.72. Para Zen, este é “um dado cruel,triste, que demonstra que a nossa sociedade precisa passar por uma reflexãoprofunda sobre a forma que tratamos as mulheres, a forma como relacionamos unscom os outros. Não podemos prosseguir com a sociedade que está adoecida, naqual o ódio, a contenda e a disputa parecem vencer sobre a paz, o amor, harmonia, respeito, diversidade, pluralismo de ideias e concepções. Precisamosa partir desses dados refletir”.

O parlamentar falou ainda que a Patrulha Maria da Penha precisa de maisefetividade. Ele explicou que a Patrulha foi criada e está provando queinfelizmente não estar surtindo os efeitos desejados. “Precisamosreforçar, fortalecer esse trabalho que é de repressão à violência contra amulher, mas também um trabalho de conscientização, fazer brotar na sociedade,nas famílias, nas escolas, nas nossas relações pessoais aquele sentimento derespeito, paciência, que a gente não pode resolver as coisas na ponta da faca”.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →