Frase: ““Faremos o que é certo: receberemos a acusação, analisaremos as provas, e quem deve ser condenado será condenado, e quem deve ser absolvido será absolvido”, Alexandre de Moraes, ministro do STF
Estrebucha, cachaceiro?
Acredite! O governador do Acre, Gladson de Lima Cameli, o Dancinha que seu autointitulou ‘Cachaceiro’, segue estrebuchando no STJ para tentar fugir da condenação. No último estrebuchado, perdeu mais uma vez. Os dias estão passando e a condenação se aproximando. Muita gente vai tomar um porre.
Suspensão do trâmite
No movimento derrotado, o Dancinha cachaceiro queria a suspensão do trâmite da ação penal contra ele tendo como base um recurso extraordinário que tramita no STF sobre a legalidade ou não de o COAF compartilhar informações com os órgãos de investigação.
Compartilhamento espontâneo
Relatora da ação pena contra o cachaceiro que tramita no STJ, a ministra Nancy Andrighi escreveu: “No que tange ao pedido de suspensão do trâmite desta ação penal, verifica-se
que o acusado suscita, novamente, questão já enfrentada quando do recebimento da
denúncia pela Corte Especial do STJ, oportunidade em que restou consignada a
existência de compartilhamento espontâneo de informações pelo COAF
matéria que não apresenta aderência com o Tema 1.404 da repercussão geral”.
O que é o Tema 1.404?
Você deve está perguntando: o que é esse tal Tema 1.404 da repercussão geral? Vou explicar. O STF reconheceu, em 07/06/2025, a existência de repercussão geral da questão constitucional em que se discute os seguintes tema: saber se o Ministério Público pode requisitar dados às autoridades fiscais, sem autorização judicial; e saber se o compartilhamento de dados fiscais pressupõe instauração de procedimento de investigação penal formal.
Informação espontânea
O caso envolvendo o dancinha da cachaça não se enquadra no Tema 1.404 por um movido simples: o COAF não foi provocado para para levar às informações ao MPF. Ele informou espontaneamente. E isso faz toda diferença.
Ganhou uma
Para não dizer que o governador só perde no STJ, ele ganhou uma. A ministra Nancy Andrighi permitiu que, no dia do julgamento, ele apresente material audiovisual durante o tempo regimental de sustentação oral da defesa.
Quais seriam os videos?
Sinceramente, fiquei com várias dúvidas quais seriam os videos que o cachacinha irá apresentar. Será que levará aqueles de dança desengonçada? Pode ser aquele que ele maltrata um trabalhador. Ou quem sabe ele dizendo que é sério, não mente e que é cachaceiro. Aguardemos o show.
Passos decisivo
Concreto há a certeza de que a ação penal no STJ está dando passos decisivos. Nancy Andrighi deve encaminhar os autos ao ministro-revisor Otávio Noronha, que irá analisar e pedir a data para o julgamento.
Ataque à Naluh
O governo do Estado não cansa de ser ridículo. Agora, quer tirar a conselheira do TCE Naluh Gouveia da relatoria das prestações de contas do governo do Estado. Com certeza é temendo o excesso de honestidade de uma mulher que nunca fugiu da luta.
Imparcialidade
A turma do governo alega que Naluh Gouveia não teria imparcialidade na análise das contas. Pergunto: outros conselheiros alinhados com o Palácio Rio Branco teriam? O argumento estapafúrdio e que a conselheira tentou impedir a realização da Expoacre, o que é mentira. Ela tentou frear atos ilegais, o que é diferente.
Faz de conta
Quando era deputada, Naluh dizia que o TCE era um ‘tribunal faz de conta’. Alguém acha que ela iria para a corte e ficar calada, inerte? Não é do perfil dela agir assim.
Avô da mentira
Tenho dito que o prefeito de Rio Branco se comporta como uma ‘avô da mentira’. Peixão Bocalom costuma mentir sem pudor.
De emergência em emergência
O Acre, em particular Rio Branco, vive em permanente situação de emergência. A mais recente é por causa da seca severa. São, no mínimo, quatro decretos por ano: seca, enchente, alagamento, fumaça, etc. Essas medidas legalizam as contratações sem licitações. Ai já viu, né?
Hora, local e razão
Como disse Renato Russo, na música Faroeste Caboclo, só falta o STJ marcar a hora e o local. A razão já existe: corrupção. O julgamento do governador do Acre, Gladson de Lima Cameli, o Dancinha, deve ser pautado nos processos dias.
Um condenado
Pela robustez de provas, Gladson de Lima Cameli caminha para ser condenado pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, formação de organização criminosa, corrupção passiva e ativa. A pena é de, no mínimo, 18 anos de cadeia.
O pedido do MPF
Autor da denúncia no STJ, o Ministério Público Federal fez o seguintes pedidos:
– A decretação da perda do cargo público , no termos do artigo 92 do Código de Processo Penal;
– Condenação ao pagamento de indenização mínima de R$ 11.785.020, 31, correspondente ao valor recebido por Cameli por meio de sobrepreço e superfaturamento, desviado e lavado.
– Condenação ao pagamento de outros R$ 11.785.020, 31, a título de danos morais coletivos;
– Decretação da perda dos bens objeto do crime de lavagem de dinheiro, nos termos do art. 7º, I, da Lei n. 9613/1998, notadamente do apartamento AJ262A, do Condomínio Alameda Jardins, no bairro Jardins, em São Paulo/SP, bem individualizado nos autos pelos documentos juntados e referidos ao longo da denúncia, além do veículo HILUX SW4 SRX7;
– Caso indisponíveis os bens citados acima, a determinação do confisco de valores equivalentes integrantes do patrimônio de Gladson Cameli, nos termos do art. 91, §1°, do Código Penal, retirando-se de seu patrimônio montante que corresponda ao acréscimo patrimonial indevido experimentado pelo referido réu.
Dois gaúchos
Há 123 anos, o gaúcho José Plácido de Castro deu início àquela que é chamada de Revolução Acreana. Passados tantos anos, novamente os destinos dos acreanos estão nas mãos de outra gaúcha, a ministra do STJ Nancy Andrighi.
Bittar paga tudo
Chega a informação de que Marcio Bittar estaria pagando tudo para trazer pessoas do interior a fim de dar público na sua filiação ao PL. Como não fez nada pelos municípios, o senador promete que as despesas serão por sua conta. A turma de Acrelândia jogou duro.
Sem Bolsonaro
Marcio Bittar não poderá telefonar para Jair Bolsonaro porque o ex-presidente inelegível está preso e incomunicável. O jeito será telefonar para a Michelle. Esse senador shape é uma piada muito sem graça.
Falta remédio
Está faltando medicamento no Pronto-Socorro de Rio Branco. Drogas básicas como Cetamina estão em falta. Mensagem de um paciente: “Estou aqui fazendo um procedimento e estão falando sobre o descaso”. Na Fundhacre a realidade é a mesma. Bom tempo quando existia Ministério Público.
A ponte e o voto
Lula a construção da ponte sobre o Rio Juruá, em Rodrigues Alves. Fez isso por ser um presidente republicano. Se fosse por voto, deixaria a coisa como está. Veja a imagem e confira a votação que o petista teve naquele município. O povo merece.
100 milhões
Sempre que vejo falarem sobre a ponte em Rodrigues Alves, eu lembro de um discurso do governador Gladson de Lima Cameli. Com casa cheia, ele perguntou se a população preferia a ponte ou investimento de R$ 100 milhões no município. Não fez nenhuma coisa. Mas ganhou nas eleições de 2022.
Rondônia e Acre
Recentemente, fui a Porto Velho de carro. Na estrada é possível verificar uma diferença gritante no cuidado com a rodovia. No trecho rondoniense não há um buraco. Do lado acreano, a buraqueira fez morada. Qual a diferença do DNIT de lá para o DNIT de cá?
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