Sobre vinda de ministros ao Acre, Edvaldo Magalhães destaca: “é um gesto do presidente Lula com medidas concretas”

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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) esteve na manhã deste domingo (26) recepcionando os ministros Waldez Goés, da Integração e Desenvolvimento Regional, e do Meio Ambiente, Marina Silva. Ambos vão percorrer áreas atingidas pela enxurrada da última quinta-feira (23) e visitar um abrigo.

Edvaldo Magalhães disse que a vinda dos ministros representa “um gesto de medidas concretas” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Acre, sobretudo a cidade de Rio Branco a mais afetada pela cheia do Rio Acre e dos igarapés. Mais de 30 mil pessoas foram afetadas, de acordo com a Defesa Civil. O parlamentar se solidarizou com as vítimas das enchentes e colocou o mandato desde o primeiro momento à disposição para auxiliar o Estado e Prefeituras no apoio às famílias.

“A presença do ministro Waldez Góes e da ministra Marina Silva neste momento tão delicado que vive a nossa população de Rio Branco é um gesto do presidente Lula com medidas concretas. Primeiro, a emergência, abraçar àqueles que mais estão precisando, depois vem os planos de reestruturação e de reconstrução. Portanto, estou aqui para apoiar essa união de esforços a favor da nossa população atingida pelas enchentes”, disse Edvaldo Magalhães.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →