Homem grita “morte ao Xandão” e ateia fogo no próprio corpo em protesto em Brasília

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Um homem de 58 anos pôs fogo no próprio corpo em protesto contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, segundo depoimento de testemunhas. O episódio ocorreu terça-feira (31), no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, mas só foi tornado público na noite de quarta (1º).

Natural de Botucatu (SP), ele está internado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). O estado de saúde dele não foi divulgado.

Antes de atear fogo no próprio corpo, o homem gritou “Morte ao Xandão!”, se referindo a Alexandre de Moraes, conforme consta no documento de acionamento da Polícia Militar do DF (PMDF) e foi relatado por pessoas que passavam pelo local conseguiram apagar o fogo e chamaram o Corpo de Bombeiros.

Com o homem, estavam vários papéis com fotos de personalidades históricas, como Johann Georg Elser, conhecido por ter tentado matar o ditador nazista Adolf Hitler; o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela; e Claus von Stauffenberg, conhecido por comandar a operação Valquíria, que também tentou assassinar Hitler.

Nos papéis com as fotos, em preto e branco, havia ainda a frase “Perdeu, Mané”, dita pelo ministro do STF Luís Roberto Barroso ao ser abordado em Nova York (EUA) por um outro manifestante bolsonarista, após a eleição de outubro.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →