Gladson se embanana para explicar Operação Ptolomeu e mente sobre entregas de aparelhos celulares à PF

1–2 minutos

Gladson Cameli, passado quase um ano, não consegue convencer a ninguém quando é inquirido sobre a Operação Ptolomeu, deflagrada em dezembro do ano passado pela Polícia Federa (PF).

Segundo 11 ministros do Superior Tribunal de Justiça, a partir das investigações da PF, o governador do Acre é o regente de uma organização criminosa, que desviou R$ 828 milhões do erário.

Ontem, Cameli foi sabatinado pelo competente jornalista Luciano Tavares, no site www.noticiasdahoras.com.br.,  e voltou a se enrolar.

Disse muito e falou pouco.

Candidato à reeleição, ele também mentiu quando disse que entregou os seus aparelhos celulares espontaneamente à PF.

A verdade é outra.

Ele foi obrigado a entregar os seus telefones.

Há outras histórias sobre sumiço de aparelho que estão sob investigação.

Na sua decisão, a ministra Nancy Andrighi determinou a busca e apreensão de vários bens do governador, dentre eles os aparelhos celulares.

Veja a decisão  da ministra:

” DEFIRO O PEDIDO DE BUSCA E APREENSÃO, com base no disposto no art. 240, §1°, alíneas b, e e h, do Código de Processo Penal, para que sejam apreendidos (i) celulares dos investigados indicados no item 214 da Representação (e-STJ, fl. 97), com autorização de acesso a seu conteúdo integral e com autorização de acesso a dados armazenados em nuvem”.

Veja o vídeo:

 

 

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →