No CREA, Jorge Viana e Marcus Alexandre apresentam compromissos para o Acre voltar a ter obras e desenvolvimento

1–2 minutos

Os candidatos da Federação Brasil da Esperança ao governo, Jorge Viana (PT) e Marcus Alexandre (PT) participaram de sabatina com profissionais Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Acre (CREA/AC).

“Sem o apoio desses profissionais nós não vamos poder fazer a retomada do Acre como a gente sonha. O Estado precisa de obras, investimentos, de trabalho para as pessoas, para assim, poder ter um novo desenvolvimento. Para isso, que viemos aqui debater, ouvir e apresentar nossos compromissos para fazer o Acre voltar a se desenvolver novamente e sair desse atraso que se encontra”, disse o ex-governador.

Carmen Nardino, presidente do CREA, disse que a ida dos candidatos ao conselho foi importante. “Podemos ver na apresentação do plano de governo aonde a engenharia está presente”. Eles nos deram uma demonstração de que um governo precisa da engenharia para o desenvolvimento. Vimos aqui os projetos para a infraestrutura, economia, um programa voltando também para os jovens, criando oportunidades de trabalho e desenvolvendo o nosso Estado com obras, reduzindo o déficit habitacional. Ficamos muito satisfeitos”, avaliou a presidente.

Jorge e Marcus são engenheiros florestal e civil, respectivamente. Foi por meio da formação superior em engenharia civil que Marcus Alexandre mudou-se para o Acre, com o projeto de contribuir com o Estado num período que estava em pleno desenvolvimento, realizando obras. Marcus contou que está inscrito no CREA há 23 anos com seu registro profissional.

“São categorias que nos ajudaram muito na construção civil, nas engenharias, a promover grandes investimentos e é o nosso sonho. Foi isso que nós tratamos aqui da importância de envolver os profissionais nas nossas ações, de gerar emprego e renda a partir dos nossos investimentos e das obras. Para voltar acontecer aquilo que a gente tinha, com planejamento, organização, boas equipes técnicas e também ter oportunidade para que esses profissionais possam trabalhar aqui no Acre e não ir para outras regiões do Brasil.” finalizou Marcus.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →