Briga entre apoiadores de Alan Rick e Ney Amorim parece atrito de esposa e amante

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O conflito entre apoiadores dos candidatos ao Senado Ney Amorim (Podemos) e Alan Rick (União Brasil) foi apenas o primeiro ato dos muitos que poderão ocorrer até o dia da eleição.

Visivelmente Alan Rick tentou pegar carona na caminhada marcada para lançar a candidatura de Gladson Cameli (Progressistas) ao governo, na Baixada da Sobral.

A possiblidade de haver conflito era real.

Só não viu quem não quis.

Tenho boa relação com o suplente de Alan Rick, Gemil Júnior, que foi meu colega no governo petista de Tião Viana.

Conheço o outro personagem, o secretário de Empreendedorismo e Turismo, Márcio Pereira.

Ambos são da paz.

Não estava lá, mas acredito que os ânimos exacerbados irão dar a tônica da campanha, principalmente entre os dois candidatos ao Senado que supostamente têm o apoio do Palácio Rio Branco.

Se esses conflitos forem ampliados, só haverá um responsável: Gladson Cameli.

Gladson Cameli é casado na coligação com Ney Amorim, mas trata Alan Rick como amante.

O governador chegou a convidar Rick para ser o seu vice-governador, mas esbarrou no presidente do União Brasil, o senador Marcio Bittar.

Impedido de se casar com Gladson, Alan casou forçadamente com Bittar.

Casamento por imposição nunca dá certo.

Na política, é bom que se diga, esse tipo de relacionado tende a descambar para a porrada.

Para evitar novos embates, cabe ao governador deixar bem claro com quem está casado.

Tem que trata casamento como casamento.

A amante tem que ficar no lugar de amante.

E ele tem experiência nessa história.

Não é mesmo?

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →