O conflito entre apoiadores dos candidatos ao Senado Ney Amorim (Podemos) e Alan Rick (União Brasil) foi apenas o primeiro ato dos muitos que poderão ocorrer até o dia da eleição.
Visivelmente Alan Rick tentou pegar carona na caminhada marcada para lançar a candidatura de Gladson Cameli (Progressistas) ao governo, na Baixada da Sobral.
A possiblidade de haver conflito era real.
Só não viu quem não quis.
Tenho boa relação com o suplente de Alan Rick, Gemil Júnior, que foi meu colega no governo petista de Tião Viana.
Conheço o outro personagem, o secretário de Empreendedorismo e Turismo, Márcio Pereira.
Ambos são da paz.
Não estava lá, mas acredito que os ânimos exacerbados irão dar a tônica da campanha, principalmente entre os dois candidatos ao Senado que supostamente têm o apoio do Palácio Rio Branco.
Se esses conflitos forem ampliados, só haverá um responsável: Gladson Cameli.
Gladson Cameli é casado na coligação com Ney Amorim, mas trata Alan Rick como amante.
O governador chegou a convidar Rick para ser o seu vice-governador, mas esbarrou no presidente do União Brasil, o senador Marcio Bittar.
Impedido de se casar com Gladson, Alan casou forçadamente com Bittar.
Casamento por imposição nunca dá certo.
Na política, é bom que se diga, esse tipo de relacionado tende a descambar para a porrada.
Para evitar novos embates, cabe ao governador deixar bem claro com quem está casado.
Tem que trata casamento como casamento.
A amante tem que ficar no lugar de amante.
E ele tem experiência nessa história.
Não é mesmo?
