Gladson Cameli caminha para humilhar família Bittar ao anunciar retirada de Márcia Espinosa como vice por meio da imprensa

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Marcio Bittar (União Brasil) caminha a passos largos para ser humilhado em praça publica por Gladson Cameli (Progressistas).

Há poucos dias, Cameli declarou que estava feliz por ter a esposa de Bittar, Márcia Espinosa Bittar, como sua companheira de chapa nas eleições de outubro.

O compromisso foi firmado e filmado às margens do Rio Acre, em Xapuri.

Como de praxe, a palavra do governador do Acre foi levada pela correnteza do rio.

E nem veio de “bubuia”.

Veja o vídeo:

 

Após a jura de amor, Gladson e Márcia participaram de eventos públicos como se a aliança estivesse sacramentada.

Mas veio a rejeição, apareceram as pesquisas e tudo mudou.

Gladson teria mostrado pesquisas apontando que a esposa do senador lhe puxa para baixo, inviabilizando a sua reeleição.

Curiosamente, tanto o governador quanto o senador utilizaram o mesmo site para mandar os seus recados.

Cameli declarou que não tem compromisso nenhum de escolher Márcia Bittar como a sua vice, o que é uma inverdade. Basta rever o vídeo acima.

E disse mais: “Ela puxa para baixo”.

No mesmo site, Bittar declarou: “Foi ele quem convidou”.

O senador foi além: “Eu acho que ele não é menino. Pelo o que eu sei, o governador é um homem e sabe o tamanho do compromisso que firmou comigo”.

O Acre inteiro sabe que o governador age como um menino mimado, que cumprir a palavra não é o seu forte. Bittar está cansado de saber disso.

Em meio a esses movimentos nem sempre dentro das quatro linhas da honestidade, a política no campo governistas vai sendo jogada.

Gladson Cameli ainda tem ao seu lado, embora quase sempre pensando nos seus interesses, a figura do Marcio Bittar.

As demais lideranças que lhe deram sustentação nas eleições de 2018 se tornaram opositoras.

Se resolver levar em frente a estratégia de humilhar Marcio Bittar, a sua caminhada pode ser ainda mais espinhosa.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →