Cheio de pompas e promessas, Gladson Cameli (Progressistas) apresentou hoje a programação oficial da Expoacre 2022.
A fala do diretor do Sebrae, Lauro Santos, revela o quando o Acre está entregues nas mãos de pessoas cuja seriedade não é marca registrada.
“Vai ser bom porque teremos robô para brincar”, disse Santos.
O Sebrae, com aquele prédio pomposo, certamente deve ter coisas melhores para tratar do que robôs de brincadeira.
Sigamos…
Bem no seu estilo atrapalhado e cercado por um séquito de bajuladores, o governador disse muito, mas falou pouco.
Nos minutos em quem discursou, Cameli tratou aquele que deveria ser um evento de negócios como uma “festa”.
Gladson Cameli, porém, conclamou aos presentes que façam “a melhor Expoacre de todos os tempos”.
O pedido foi prontamente aplaudido por esbirros como o patético militante Rui Birico, que estava na plateia.
Essa história de melhor Expoacre de todos os tempos é antiga, mas às condições daqueles que prometeram eram diferentes.
Sob os governos de Gladson Cameli e Jair Bolsonaro, em nível estadual e federal, o Acre é os acreanos ficaram mais pobres.
A previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre, para este ano, seja de -0,3%.
A pobreza e a miséria estão visíveis nas ruas das nossas cidades. São o espelho de governos sem políticas públicas de fim da fome.
O Acre, na administração de Cameli, teve um um PIB acumulado, de 2020 a 2022, de -0,9%.
Os estudos foram feitos pela consultoria MB Associados a partir de dados do IBGE e publicado, no Acre, pelo site Contilnet, que é aliado do governo. Veja aqui.
Esses resultados contradizem as promessas em campanha do governador, que prometeu “abrir o Acre para o desenvolvimento”.
Esse crescimento negativo se deve basicamente porque o governo do Estado deixou de ser o grande indulto da economia. Não há uma politica de desenvolvimento clara e definida.
O único propósito do governador, que é investigado pela Polícia Federal como chefe de uma organização criminosa, é garantir a sua reeleição.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. O PIB mede apenas os bens e serviços finais para evitar dupla contagem.
Quanto maior for PIB, isso implica que mais produtos e serviços foram gerados na região. Se não for gerado nenhum produto ou serviço o PIB será zero, o que é o caso do Acre.
Quando se fala em expectativa do aumento do PIB, está se falando de expectativa de um aumento de renda, expectativa de uma maior produção, de uma maior geração de serviços, e isso acaba influenciando de forma positiva o consumo das famílias, os empresários que vão investir mais, gerar mais empregos e acaba afetando a renda das famílias”.
São resultados, também, que põem por terra os argumentos dos críticos das administrações petistas, que governaram o Estado de 1999 a 2018.
Com governadores petistas, durante os anos de 2002 a 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre teve um aumento real de 81,2%.
Saltou R$ 3 bilhões para R$ 13,6 bilhões.

Esse crescimento aconteceu ao mesmo tempo em que houve forte redução na taxa de desmatamento anual, confirmando a escolha de que é possível conciliar conservação, bem-estar social e crescimento econômico.
O Acre, em termos proporcionais, foi quarto estado onde o PIB mais aumentou, ficando atrás apenas Tocantins, Mato Grosso e Piauí.
Gladson Cameli, além de não gerar riquezas, produziu miséria.
Para tentar salvar a “melhor Expoacre de todos os tempos, o governador recorreu aos servidores públicos, anunciando a antecipação da primeira parcela do 13º salário.
Pão e circo foi uma política desenvolvida a República e o Império Romanos. Passados tantos séculos, ainda tem muito políticos, como Gladson Cameli fazendo circo, pois pão, carne, feijão e arroz faltam nas mesas dos menos favorecidos.
