Recentemente, o prefeito de Bujari, Edvaldo Padeiro, querendo bajular, disse que, dos ruins, Gladson Cameli era o melhor.
Padeiro fala a língua do povo.
O sentimento que há esse mesmo: Gladson não é ruim. É muito ruim, mas não foi apresentada alternativa que agrade à população.
Por incrível que pareça, o futuro do Acre está pendurado numa decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
E da cabeça de juíz pode vir tudo, inclusive nada.
Gladson Cameli foi acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa, que desviou R$ 828 milhões do erário.
A acusação foi ratificada pelo Ministério Público Federal.
A Polícia Federal incorporou novas provas ao processo.
Em qualquer lugar do mundo, uma pessoa com acusações tão pesadas, não estaria no cargo e muito menos falando em reeleição.
Só que estamos no Brasil, vivemos no Acre.
Gladson Cameli é candidato forte a renovação o mandato porque nunca teve uma oposição que mostrasse as suas contradição ao longo da história.
Os seus principais opositores nasceram dos seus aliados insatisfeitos.
Aqueles que deveriam ser oposição preferiram se omitir. E esperam o milagre vindo do Judiciário.
É isso que a TV Espinhosa aborda.

