MDB e União Brasil podem se coligar e mudar articulações de candidaturas majoritárias no Acre

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Lá em Brasília, na quarta-feira, haverá uma reunião que poderá mudar várias configurações políticas nos estados brasileiros.

No Acre, as mudanças não serão diferentes e impactarão, sobremaneira, no futuro das candidaturas pré-lançadas tanto ao governo quanto ao Senado.

A colunista do UOL Thais Oyama informa que os presidentes Luciano Bivar, do União Brasil, e Baleia Rossi, do MDB, se reunirão para definir a data em que anunciarão o maior acordo eleitoral entre partidos já selado nesta campanha.

União Brasil e MDB irão se coligar para formar uma aliança de R$ 1,5 bilhão (juntando os fundos eleitoral e partidário das duas siglas), 86 deputados federais e um tempo recorde de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.

Acontecendo essa aliança, as candidaturas de Mara Rocha ao governo,  bem como de Jéssica Sales, Alan Rick e até de Márcia Bittar, todos ao Senado, serão diretamente impactadas.

Também haverá impacto na candidatura do governador Gladson Cameli, que dava como certa a coligação com o Aliança Brasil, cujo “proprietário” é o senador Marcio Bittar.

Os partidos serão obrigados a mexer nas formações de chapas para deputados federal e estadual, haja vista que os arranjos feito até agora perderão valor frente à nova realidade que será estabelecida a partir da conversa de quarta-feira.

Com imposições nacionais, Márcia Bittar, que é do PL, não poderia ser parceira de chapa de Cameli. O mesmo pode ser dito de Alan Rick e Jéssica Sales.

Veja a coluna de Thais Oyama aqui.