Sob o comando de Gladson Cameli, o Acre vai de mal a pior.
O governador que prometeu abrir o Acre para o desenvolvimento, abriu as porteiras para o retrocesso e à corrupção.
Não poderia ter resultado diferente: o Estado estagnou.
Durante os anos de 2002 a 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) do Acre teve um aumento real de 81,2%.
Saltou R$ 3 bilhões para R$ 13,6 bilhões.
Esse crescimento aconteceu ao mesmo tempo em que houve forte redução na taxa de desmatamento anual, confirmando a escolha de que é possível conciliar conservação, bem-estar social e crescimento econômico.
O Acre, em termos proporcionais, foi quarto estado onde o PIB mais aumentou, ficando atrás apenas Tocantins, Mato Grosso e Piauí.
Veja os gráficos abaixo:
Agora, no governo Cameli, as perspectivas são as mais sombrias possíveis.
A previsão do PIB acreano para 2022 é de menos 1%.
Ou seja: a economia acreana cresce como rabo de cavalo, para baixo.
Esse crescimento negativo se deve basicamente porque o governo do Estado deixou de ser o grande indulto da economia. Não há uma politica de desenvolvimento clara e definida. O único propósito do governador, que é investigado pela Polícia Federal como chefe de uma organização criminosa, é garantir a sua reeleição.
O levantamento que aponta o PIB negativo foi realizado pela MB Associados Análise Macroeconômica.
Ainda segundo o estudo, a estimativa econômica da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para o Brasil é 1.4% em 2022. A pesquisa Focus do Banco Central projeta a 0,58%. Já análise macroeconômica da MB Consultoria reduziu de 0,4% para crescimento zero para 2022.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. O PIB mede apenas os bens e serviços finais para evitar dupla contagem.
Quanto maior for PIB, isso implica que mais produtos e serviços foram gerados na região. Se não for gerado nenhum produto ou serviço o PIB será zero, o que é o caso do Acre.
Quando se fala em expectativa do aumento do PIB, está se falando de expectativa de um aumento de renda, expectativa de uma maior produção, de uma maior geração de serviços, e isso acaba influenciando de forma positiva o consumo das famílias, os empresários que vão investir mais, gerar mais empregos e acaba afetando a renda das famílias”.

