Uma vergonha: Acre recebeu 163,5 mil doses de vacina, mas só aplicou 62,1 mil

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O descaso, a incompetência e a falta de gestão é gritante no Estado do Acre. Fica a impressão de que estão brincando com a vida, num momento em que as mortes pela Covid-19 não param de crescer.

O que está faltando para o governo, que disse está fazendo a maior campanha de vacinação da história, e as prefeituras levarem a vacinação a sério.

Há vacina para imunizar um número muito maior de pessoas.

Até ontem, o Acre tinha recebido 163.540 mil doses de vacina.

Mas aplicou somente 62.125 doses, sendo quem 49.729 (5,56%) na primeira dose e 12.396 (1,39%)na segunda dose.

Há, portanto, um estoque de 101.415 mil doses.

Os números foram divulgados no Portal G1 – veja a matéria aqui.

Segundo a reportagem, levantamento junto às secretarias de Saúde aponta que 19.474.826 pessoas tomaram a primeira dose e 5.389.211 a segunda, num total de mais de 24,5 milhões de doses aplicadas. G1, ‘O Globo’, ‘Extra’, ‘Estadão’, ‘Folha’ e UOL divulgam diariamente os dados de imunização no país.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →