LOCKDOWN: No decreto de Gladson, Covid-19 tira férias nos dias úteis e só age nos fins de semana

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A vida recomenda que as palavras venham seguidas das ações.

A incoerência entre o dito e o feito quase sempre desmoraliza a quem age dessa forma.

Na noite de domingo, sob o pretexto de homenagear os mil mortos pela Covid-19 no Acre, o governador Gladson Cameli e a sua esposa Ana Paula protagonizaram um patético espetáculo em frente ao Palácio Rio Branco.

Com direito a tapete preto e coroa de flores, o casal politizou um tema que afligem à população.

Logo ele, que diz não precisar da política, se comporta como um político da pior estirpes, como um Odorico Paraguassu, que sonhava com um cadáver para inaugurar o cemitério de Sucupira.

Gladson Cameli tornou o Acre numa Sucupira. Desrespeita os mortos e ofende aos vivos.

Foi esse governador que menos de 24 horas depois do funesto ato que resolveu flexibilizar todas as atividades no Acre.

Isso mesmo: no período mais grave da pandemia houve um liberou geral, que foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado.

No decreto governamental, porém, há um fato risível: as atividades liberadas nos dias úteis estão proibidas nos fins de semana.

É bom alguém avisar ao governo que o vírus não descansa, que se propaga a todo instante. Ou governo aperta ou abre de vez.

Não dá para fingir ser duro, quando todos vêem fraqueza.

Ah! Gladson Cameli disse que iria decretar luto oficial de três dias pelas mortes de Covid. Não saiu uma linha neste sentido no Diário Oficial de hoje.

Veja o decreto no Diário Oficial de hoje .

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →