Mesmo sendo do grupo prioritário, idosos acima de 75 anos não sabem quando serão vacinados contra a Covid-19

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Em meio ao video de uma idosa supostamente sendo vacina contra a Covid-19, que viralizou na internet, surge a preocupação real: quando as pessoas idosas acima de 75 anos serão vacinadas no Acre?

Veja o video:

Em material informativo do Ministério Público Estadual, as pessoas acionada de 75 anos estão incluídas no grupo prioritário para vacinação.

Ocorre que, ao contrário de outros estados onde os idosos começaram a ser vacinados, no Acre não há qualquer manifestação do governo estadual e das prefeituras neste sentido.

Quando da chegada das primeiras doses de vacina no Estado, o governador Gladson Cameli e a sua turma fizeram festa e venderam esperança.

Mas, na contramão da ilusão, a realidade se mostra bem mais cruel: não há vacina para todo mundo.

Em nível nacional o que se vê é o governo federal negligenciado as suas atribuições, o que pode provocar ainda mais mortes e atrasar o processo de imunização da população.

No Acre, os casos não param de crescer e as mortes tornaram-se rotinas nas unidades hospitalares.

O governo parece desnorteado com a situação grave, que estar levando o sistema de saúde ao colapso.

Enquanto o governo não se posiciona e a vacina não chega, os idosos vão convivendo com o medo e perdendo um tempo que não têm mais.

CORTES DO ESPINHOSO ?>
O enigma do eleitorado acreano: por que os candidatos de esquerda hesitam em se associar a Lula no Acre? Por Portal do Rosas | Rio Branco, AC As recentes pesquisas eleitorais divulgadas no Acre trouxeram dados intrigantes sobre as intenções de voto no estado, tanto para o Senado Federal quanto para a Presidência da República [00:22]. No entanto, mais do que os números brutos, o cenário traz à tona um paradoxo político: a timidez dos candidatos da oposição de esquerda em se assumirem abertamente como os nomes apoiados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado [01:48]. A força da direita e o espaço para a oposição No cenário de primeiro e segundo turno para o Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro lidera com folga as intenções de voto no Acre, registrando até 57% no segundo turno e entre 39% e 52% no primeiro [01:11]. Do outro lado, o presidente Lula aparece com cerca de 25% a 30% da preferência dos eleitores acreanos [01:23]. Embora o eleitorado conservador represente a maioria no estado, uma fatia expressiva — perto de um terço do eleitorado — manifesta apoio direto ao atual presidente [01:38]. Trata-se de uma base sólida de votos que, teoricamente, seria um ativo valioso para qualquer campanha majoritária de oposição na região [01:48]. A estratégia do rótulo e o dilema dos candidatos De um lado do espectro político, alianças são ostentadas abertamente. O senador Márcio Bittar, que figura bem colocado nas intenções para o Senado [00:47], faz questão de se posicionar de forma contundente como o “candidato de Jair Bolsonaro” no Acre [02:18]. Em contrapartida, observa-se uma postura bem mais cautelosa entre os nomes que disputam o campo progressista ou majoritário de esquerda no estado, como Jorge Viana [00:59]. Há uma visível relutância ou timidez em colar a própria imagem à do presidente Lula na tentativa de captar votos de eleitores indecisos ou de centro [02:50]. Uma aposta arriscada? Essa hesitação levanta questionamentos no meio político local [01:48]. Ao tentar agradar a todos os lados e ocultar alianças nacionais, os candidatos correm o risco de perder a identificação direta com o eleitorado que apoia o governo federal [03:09]. Em disputas acirradas, assumir um lado com clareza e construir uma base fiel pode ser mais eficiente do que se omitir. Afinal, para o eleitorado lulista do Acre, a falta de posicionamento explícito pode soar como insegurança ou desacordo [03:55]. Resta saber se, com a aproximação das eleições, os candidatos da esquerda acreana decidirão encarar o rótulo e ir para o debate de peito aberto [03:27].
23/07/2026 Ler mais →