Para Cameli, politicas de mulheres e índios são assuntos de assistência social

A inspiração caiu do céu no instante em que ele estava na Assembleia Legislativa ouvindo o discurso da ministra Damares Alves.

Dever ter sido mais ou menos como a assessora de Jair Bolsonaro viu Jesus enquanto estava trepada numa goiabeira.

A goiaba deveria está bichada.

Mas voltemos à inspiração do rapaz.

Cameli revelou que escreveu num papel o provável nome da Secretaria de Assistência Social.

Falou isso no programa quase humorístico que tem todos os sábados, quando aproveita para fazer campanha, atacar adversários e vender a imagem de um governo inexiste, no Sistema Público de Comunicação.

Não é para rir, mas desde janeiro, o Estado está numa zorra total.

Pois bem, no final do programa quase humorístico – João Canabraba não faria melhor – ele declarou que, na sua inspiração estilo Damares, analisa a possibilidade de colocar para dentro da futura Secretaria de Assistência Social as politicas indígenas e de mulheres.

O seu governo já fez o desfavor de acabar com a Assessoria Indígena e a Secretaria de Políticas para a Mulher.

O rapaz, a cada gesto, demonstra que está a anos luz de ter uma visão de futuro.

Só Jesus na causa.

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