Médicos cirurgiões do PS foram informados que perderão gratificação em plena pandemia

Médicos cirurgiões do PS foram informados que perderão gratificação em plena pandemia

Parece haver gente dentro do governo que se esforça para piorar o que está longe de ser o ideal.

Trata-se uma turma que toma decisão em sala fechada, desconsiderando totalmente a realidade.

Quando essas decisões equivocadas são tomadas no âmbito da saúde pública, o efeito pode ser devastador.

Semana passada, os médicos cirurgiões com contratos emergenciais, que desenvolvem suas atividades no pronto-socorro de Rio Branco, foram surpreendidos com uma notícia nada agradável.

Os médicos foram informados que, a partir deste mês, deixarão de receber uma gratificação por desempenho. A notícia deixou os profissionais “doentes”.

Tomar uma decisão dessas, em meio uma pandemia, no momento em que os médicos precisam estar focados, é um erro gigante.

O argumento da falta de recursos é pouco crível, haja vista que o Estado, ao contrário do que querem fazer crer, está tendo um aumento maior na captação e entrada de recursos.

A única justificativa para a medida é a pressa para terceirizar o serviço Saúde, apostando no caos.

Os médicos disseram que entraram em contato com o secretário Alysson Bestene e a secretária adjunta Paula Mariano, mas não receberam o devido retorno.

Enquanto não houver uma solução, o negócio é torcer para não precisar ser cirurgiado.

Leonildo Rosas

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